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'Votem pela cassação do mandato de Paccola e em favor da família', pede Edna



Durante sessão plenária para apreciar o pedido de cassação do vereador tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos), pela morte do agente socioeducativo Alexandre Miyagawa, de 41 anos, a vereadora Edna Sampaio (PT) - autora do requerimento -, pediu aos parlamentares que votassem pela perda do mandato do colega de Casa de Leis.


“Quero dizer caros colegas que não é o vereador Paccola que está em julgamento, mas esta Casa. Esta casa vai dizer o que é tolerável para ela sobre matar alguém. Mesmo que fruto de um equívoco de avaliação, isso não pode ser tolerado por uma Casa de Leis. Não pode uma pessoa que se diz a voz do povo, permanecer aqui discutindo o futuro e tomando decisões, sem respeitar o princípio da Constituição: que é o direito à vida. Votem pela cassação do mandato do vereador Paccola, por nós, pelas pelas famílias”, disse a vereadora.


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT), por meio do Núcleo de Defesa da Vida, chegou a denunciar o vereador, enfatizando que o crime aconteceu, mediante utilização de recurso, que impossibilitou a defesa da vítima e por motivo torpe.


Paccola alega legítima defesa. Segundo ele, o agente estava com uma arma em mãos e ameaçava sua namorada.


No entanto, segundo o MP os três disparos efetuados pelo vereador “pelas costas da vítima" que sequer notou a presença de seu agressor, lhe impossibilitou qualquer chance de defesa.


O caso


Alexandre estava acompanhado da namorada Janaina Sá, no dia 1 de julho, em uma distribuidora de bebidas, após invadirem a contramão da via. Janaina teria se apressado para ir ao banheiro e acabou colidindo com um veículo que estava no local.


Diante disto, acabou gerando uma breve discussão na distribuidora. O vereador por Cuiabá Marcos Paccola (Republicanos), teria ouvido que um homem estaria com uma arma em punhos e se deslocou até a confusão.


Neste momento, Alexandre e Janaina já estavam de saída, quando Paccola realizou três disparos pelas costas do agente. O agente morreu ainda no local. E o vereador alegou que agiu por “legítima defesa de terceiros”.




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