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Durante oitiva, Willian Sampaio esclarece participação em mandato



Durante oitiva à Comissão de Ética da Câmara Municipal de Cuiabá, nesta sexta-feira (23), o dirigente partidário Willian Sampaio, esposo da vereadora Edna Sampaio (PT), explicou a dinâmica de funcionamento do Mandato Coletivo pela Vida e por Direitos, e esclareceu que não exerce papel de ‘cobrador’ e que não tem participação na execução das despesas do mandato.



Sampaio explicou sua posição na estrutura do mandato, esclarecendo que presta serviço voluntário, na condição de co-vereador, colaborando na direção político-partidária do mandato, tendo em vista sua experiência de mais de 40 anos de militância.



Ele é hoje Secretário de Formação do Diretório Municipal do PT e foi ex-presidente do diretório estadual da legenda.


Sampaio também frisou que não participa da execução financeira do mandato, mas que, como gestor gestor governamental, conhecedor de direito administrativo, legislação e gestão de recursos, auxiliou na elaboração do modelo de prestação de contas, criado apenas para atender ao regimento interno do mandato.



Nesta condição, colabora apenas na produção dos relatórios financeiros que são apresentados ao Conselho Político.



O conselho é composto por cerca de 20 co-vereadores, e se reúne periodicamente para discutir o andamento do mandato e contribuir para o seu desenvolvimento.



Ele explicou, ainda, que o mandato é composto por cerca de 50 co-vereadores e que a decisão pela criação de uma conta conjunta para a gestão dos recursos do gabinete foi fruto de discussão coletiva.



“É, acima de tudo, um mandato que pertence ao Partido dos Trabalhadores, então toda contribuição que eu aporto é na condição de uma pessoa que milita no PT, dirige o PT aqui em Cuiabá. E uma pessoa que, assim como já participei de outros mandatos, de outros quadros do partido, colaborando de forma voluntária, também participo do mandato da vereadora Edna Sampaio”, disse ele.



Ele exemplificou que a ex-deputada estadual e ex-vereadora, Vera Araújo, também exerce a função de coordenadora política do mandato, tendo em vista sua experiência política.



“Somos responsáveis por organizar as assembleias, conduzir as discussões no mandato e, no caso específico da prestação de contas das finanças, a vereadora designou a mim, por reconhecer minha competência técnica e experiência política”, disse.


“Dentro da estrutura do mandato coletivo é que eu preparo os relatórios de prestação de contas, mas é importante deixar claro: minha participação na execução das despesas é zero”.

Ele negou que seja responsável pela ‘cobrança’ das verbas indenizatórias, como foi divulgado pela imprensa e reafirmado pela ex-servidora Laura Abreu.



“A ideia de cobrança saiu da cabeça de quem fez a reportagem. Jamais me dirigi à Laura para fazer cobrança. Se você ler o print e ouvir o áudio, estou dizendo apenas que a vereadora havia pedido para depositar na conta do mandato. Era uma funcionária nova e informei a ela o número da conta”, disse.


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