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Intervenção não pode continuar apenas com base em um desejo político





A vereadora Edna Sampaio (PT) disse, nesta quinta-feira (1º) que a intervenção do governo do estado na saúde da capital não pode continuar apenas com base em um desejo político.



“Tem que se analisar o relatório, com base no que foi determinado pela Justiça. Uma intervenção não pode continuar apenas por um desejo político, ela teve uma fundamentação, uma decisão judicial e a Justiça terá que avaliar se as questões já foram encaminhadas, resolvidas para poder tomar uma decisão. A intervenção teve origem em uma decisão judicial, então a Justiça é que vai definir, com base em relatórios, se continua ou não ”, disse.


Ela ponderou que, por mais críticas que se tenha à gestão do executivo municipal, não é papel da intervenção cessá-lo ou tomar seu lugar, e não cabe, a esta altura, ser contra ou a favor.


“A intervenção não é para impedir o prefeito de governar, mas para resolver um problema que afeta o direito fundamental à saúde. Restabelecida a forma de garantir esse direito, a Justiça tem todas as condições de decidir sobre a prorrogação ou não”, salientou.


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