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Educação: Edna apoia Dia Nacional de Paralisação





A vereadora Edna Sampaio (PT) esteve presente e apoiou o ato público promovido pelos profissionais da educação em frente à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) em referência ao Dia de Paralisação Nacional. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT).



“Nós, trabalhadores da educação, precisamos ter salário digno, pois nosso trabalho não é sacerdócio, é profissional. E um professor leva ano para se formar e anos de experiência para se tornar um bom professor. Não vamos admitir que projetos que visem o rebaixamento do salário, o não atendimento ao piso salarial dos docentes seja pautado por esse governo do estado”, disse ela.




A vereadora apoiou a luta dos educadores pelo salário. “Os professores de Mato Grosso merecem salário digno pois a escola precisa de profissionais bem remunerados, e esta é uma luta histórica nossa contra os patrões, que querem nos escreavizar”, disse.


A parlamentar apoiou o movimento dos professores e salientou a importância da organização social para a luta por direitos. “Querem que a gente desanime, que a gente fique como tantos de nós, que trabalhamos na educação, e achamos que não vale a pena. Mas nós, que somos de luta, precisamos mostrar que a luta vale a pena. Todos os nossos direitos só foram conquistados com muita luta porque não há governo bom. O que há são cidadãos de qualidade, que sabem que seus direitos não caíram do céu”, disse.


Participaram caravanas das regionais Oeste I - Baixada Cuiabana; Médio Norte I, Vale do Paraguai; e Médio Norte II e Alto Paraguai. A parlamentar criticou a reforma do Ensino Médio, afirmando que a mesma tem o objetivo de tornar a escola local exclusivo de formação de mão-de-obra para o mercado de trabalho.


Também alertou que a classe trabalhadora não pode permitir que o governo federal apoie um projeto que deriva do golpe de 2016 sobre a presidenta Dilma e destacou a importância de defender a continuidade da decisão do governo federal em revogar o novo Ensino Médio.


“ Não podemos permitir que um governo que elegemos compactue com um projeto que quer simplesmente tirar da classe trabalhadora o direito de sonhar, de ser cidadão completo, com acesso a todo o conhecimento produzido socialmente”, disse ela.


A Greve Nacional da Educação pede a aplicação do reajuste do piso salarial inicial e na carreira para os profissionais da educação e a revogação do Novo Ensino Médio.

Na rede estadual, os profissionais lutam por garantia de política salarial com ganho real e recomposição das perdas salariais, pagamento integral da RGA, fim do confisco nos salários de aposentados e pensionistas e concurso público.

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